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sábado, 25 de dezembro de 2010

#FelizTodosOsDias

Alguns brindam o nascimento de um deus menino; outros não acreditam no que não podem ver. O fato é que é irrelevante a vida material de um ser diante ao verdadeiro espírito. Pode parecer um tempo de hipocrisa para tantos, mas o natal celebra o nascer do que realmente é imortal. O amor de graça que não espera nada em troca e que deve ser vivido, lembrado e distribuído em todos os dias de nossas vidas. A era do sempre deve ser um tempo de paz, compreensão, esperança e caridade não importando suas crenças religiosas, porque a chama que nunca devemos deixar se apagar é o AMOR.
#FelizTodosOsDias a todos! =]

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010


Na falta do que fazer, fiz uma montagem um tanto produtiva. Eu nem sei bolir com fotos e fazer edições perfeitas, mas para quem não sabe fazer essas coisas direito... eu acho que ficou legal. A idéia foi boa.
Hoje, 1º de dezembro, é o dia Mundial do Combate a AIDS, então resolvi juntar uma foto de alguém que admiro imensamente ao maior herói na prevenção desta e de outras doenças, o preservativo - popularmente chamado de "camisinha".
Então para que não seja tão somente ista foto vai aqui algumas perguntas frequentes com suas respectivas respostas além de um breve "Assim pega, assim não pega!" para os mais leigos e desenformados.

"O HIV, vírus da aids, pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal e pelo leite materno. Sabendo disso, você pode conviver com uma pessoa portadora do HIV. Pode beijar, abraçar, dar carinho e compartilhar do mesmo espaço físico sem ter medo de pegar o vírus.
Quanto mais respeito e carinho você der a quem vive com HIV/aids, melhor será a resposta ao tratamento, porque o convívio social é muito importante para o aumento da auto-estima das pessoas e, conseqüentemente, faz com que elas cuidem melhor da saúde.

Assim pega:
- Sexo vaginal sem camisinha
- Sexo oral sem camisinha
- Sexo anal sem camisinha
- Uso de seringa por mais de uma pessoa
- Transfusão de sangue contaminado
- Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação
- Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados

Assim não pega:
- Sexo desde que se use corretamente a Camisinha
- Masturbação a dois
- Beijo no rosto ou na boca
- Suor e lágrima
- Picada de inseto
- Aperto de mão ou abraço
- Sabonete/toalha/lençóis
- Talheres/copos
- Assento de ônibus
- Piscina
- Banheiro
- Doação de sangue
- Pelo ar

Dúvidas freqüentes:

A prática da masturbação com parceiro eventual implica risco de contágio pelo HIV?
Não havendo troca de sangue, sêmen ou secreção, a prática da masturbação a dois não implica qualquer risco de infecção pelo HIV.

Qual o risco de contágio com objetos cortantes como aparelhos de barbear, brincos, alicates e piercings?
Atualmente, a maioria dos aparelhos pérfuro-cortantes fabricados, como seringas, máquinas de tatuar, aparelhos para colocar brincos ou piercings, são feitos com materiais descartáveis, que não podem ser usados mais de uma vez. Em caso de dúvida, sugerimos perguntar no local sobre os materiais utilizados. O risco de contaminação no contato do sangue com a pele e mucosa oral é menor do que a exposição percutânea (injeção), porque há maior quantidade de células-alvo suscetíveis à infecção pelo HIV na corrente sanguínea. Além disso, na pele e na mucosa oral existem barreiras imunológicas e não-imunológicas que conferem um determinado grau de proteção, uma vez que estes lugares estão em permanente contato com o meio externo e com microorganismos.

Mesmo com a ausência de ejaculação durante o ato sexual é possível ser infectado pelo HIV?
Apesar de o vírus da Aids estar mais presente no esperma, essa não é a única forma do vírus ser transmitido em uma relação sexual. Há, também, a possibilidade de infecção pela secreção expelida antes da ejaculação ou pela secreção da vagina, por exemplo. Os fatores que aumentam o risco de transmissão do HIV, nesses casos, são: imunodeficiência avançada, relação anal receptiva, relação sexual durante a menstruação e presença de outras doenças sexualmente transmissíveis como cancro mole, sífilis e herpes genital.

O beijo, no caso de um dos parceiros ter feridas ou fissuras na boca, é uma via de contágio?
Segundo estudos, não há evidências de transmissão do HIV pelo beijo. Para que houvesse possibilidade de transmissão, seria necessário que houvesse uma lesão grave de gengiva e sangramento na boca. O HIV pode ser encontrado na saliva, porém as substâncias encontradas nela são capazes de neutralizá-lo. Práticas como beijar na boca, fumar o mesmo cigarro, tomar água no mesmo copo, não oferecem riscos.

A prática do sexo oral sem proteção implica risco de infecção pelo HIV?
Se comparado a outras formas de contágio (sexo vaginal, sexo anal e compartilhamento de seringas, por exemplo), o risco relacionado ao sexo oral é baixo. Contudo, oferece riscos maiores para quem pratica (ou seja, o parceiro ativo), dependendo fundamentalmente da carga viral (quantidade do vírus no sangue) do indivíduo infectado e se há presença de ferimentos na boca de quem pratica (gengivites, aftas, machucados causados pela escova de dente). Caso não haja nenhum ferimento na boca, o risco de contágio é menor. Isto se explica, talvez, pela acidez do estômago, que pode tornar o vírus inativo, quando deglutido. No entanto, na prática de sexo oral desprotegido, há o risco de se contrair herpes, uretrite, hepatite B, ou HPV, independente da sorologia do parceiro."


IMPORTANTE
Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.


Lembrem-se: pessoas bem informadas costumam ser menos preconceituosas. O HIV é um virus "sem preconceito" e escolhe qualquer um. Pense que pode ser com você e não isole as pessoas que adquiriram esta sindrome da imunodeficiencia.
Então é isso, gente. Usem camisinha e juíiizzooo!

Fonte:
- Ministério da Saúde. Programa Nacional de DST e Aids
Créditos:
- Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde

terça-feira, 30 de novembro de 2010

" Band Aid

Domingo - 04/11/2007

Sonhos estranhos.
Parece que todo mundo que vai embora deixa um pedacinho.
Pelo menos eu vou tentando transformar espinhos em palavras.
Traduzir dores.
Futucar chagas.

Dói, mas é bom. "

De Pitty - O Boteco

"Amor em tempos de ceticismo"

Entre aspas porque é um título emprestado, tá?
Sempre escuto alguns desesperados por não achar aquela coisa perfeita, aquele amor de conto de fadas... eu acho que esses não sabem amar direito. Penso muito no amor tento identificar seus poderes, descobri que não tem falhas. As pessoas dizem sofrer pelo amor, mas será que isso existe? Pensam que vão se esquecer de como é estar amando alguém e só lembram de suas dores e magoas. Parece que falar bem do amor é quase que impossivel nos tempos de hoje. O amor é mesmo difícil para os pobres de espirito, para quem não aceita mudanças e não conhece de verdade o significado das palavras respeito, compreenção e aceitação. Pra mim isso tudo é tão óbvio mas nunca chegou a ser chato de não querer dividir o que acho com outras pessoas. Mas por que tudo que ouço ou vejo sobre o amor parece não me acrescentar mais em nada? Eu sinceramente não sei se eu sou um saco suficientemente cheio ou se sou só um saco vazio porém fechado que não permite a entrada de mais nenhuma dessas coisas que as vezes vejo como irrelevantes. Hoje eu digo que não espero mais por ninguém, me disseram que aprendi a amar de forma madura... Creio que aprendi que nunca vou esquecer de como amar porque as mais diversas formas de carinho não se aprendem nem muito menos se desaprendem. Eu mantenho o meu amor em pratica e atualmente tento evitar uma paixão. Quando nos apaixonamos tendemos a nos isolar como se aquela pessoa que é mais uma expectativa nossa do que realidade fosse tudo e todos, é aí que ficamos sós. Pode até ser clichê, mas se pararmos pra pensar, sabemos que bem no fundo temos todos e tudo o que precisamos. Autossuficiencia, sabe? É algo que demoramos a aprender, que descobrimos mais tarde com o tempo... ou morremos sem saber. Aí eu volto a me questionar: será que estou certo no que penso ou devo abrir espaço para novas pensamentos?

domingo, 28 de novembro de 2010

Quanto a revolta popular contra certas leis brasileiras...

De fato as leis aqui são brandas e deixam margens para tais atos principalmente em se tratando de menores de idade, que fazem o que fazem e não tem a punição devida. Mas será que prender jovens ou até mesmo adultos em ambientes como as prisões brasileiras não faz com que estes saiam com uma revolta maior ainda?! O povo brasileiro é muito mal tratado temos muita gente vivendo em condições desumanas e que não tem a justiça ao seu lado para garantir seus direitos, isso mostra que, sim, devemos ter mudanças em algumas leis, mas outras coisas na propria estrutura física do país deve ser mudada primeiro. Eu sempre achei e continuo achando que por tras de todos os problemas de carater está uma ignorancia que mostra falta de educação e maturidade. Vemos pais induzindo filhos a "não sair apanhado da escolinha" e honestamente não será com violencia que consertaremos estas falhas na humanidade. Se formos pensar de forma matemática se juntarmos 1 com 1 teremos uma soma, no entanto se juntarmos 1 com -1 teremos uma subtração anulando tal efeito. Não sou nenhum santo, mas é assim que penso, embora certas vezes seja dificil na pratica é assim que deve ser se quisermos bons resultados. Se temos uma sociedade mal amada, mal educada, e difícil de se compreender é amor, educação e compreenção que deve ser a moeda de pagamento. Mas eu não digo que devemos amolecer, muito pelo contrário, devemos endurecer, mas jamais perder a ternura.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Tempos de Caos

Hoje li um tweet que dizia: "Diretor e roteirista de Apenas Heróis, série gay baiana para web, é agredido por três homens em Salvador: http://bit.ly/dYf5Q5 #homofobianao" ( @murilosarruda ). Vi os detalhes do acontecido e não há como não ficar com aquele sentimento de revolta e dor pelo alheio.

Não conheço e nem sequer ouvi falar nesse cara e no seu trabalho, mas não dá pra segurar algumas coisas dentro de si, mais uma vez a necessidade de desabafar.

Eu não digo "a comunidade GAY" e sim a comunidade de um modo geral e global. Salvador (...e porque não dizer "o mundo"?) está em tempos de caos, onde a barbarie tem vez a todo instante. Olhem este caso recente das meninas decaptadas e tantos outros casos de assombrar qualquer pessoa. Vejo jovens com a minha idade e até pouco mais velhos com nada na cabeça, ideias retrogadas que ao invés de serem extintas tem voltado a tona por uns e outros. É um absurdo, é triste, mas não devemos nos calar e nem temer estes fatos. Levar como um aprendizado e um estimulo para bradar contra tudo isso. Força, coragem e sem nunca perder a esperança de um mundo melhor. Espero que este rapaz que sofreu esta violencia transforme tudo o que ele sentiu em produtividade.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

...

Eu nunca sei sobre o que vou escrever, nem nunca tive essa necessidade, até mudar de endereço e me envolver mais com as pessoas da internet e perceber que muitas vezes estou só. Existem muitos que admiro a forma como pensam e que se expressam que conheci neste mundo virtual. Nunca fui bom como eles. Não sou um bom escritor desde a oitava série, quando eu tinha boas instruções e prática. Talvez escrivinhador seja a palavra.
Diferente do que sou como pessoa eu sou escrevendo, por tras da tela ou simplesmente com lápis e papel na mão... mas no fundo eu sou o mesmo de qualquer forma. Pessoalmente costumo ficar calado, as vezes nem é culpa minha ("perdoem-me!"), é que parece que nunca estou com as pessoas certas na hora certa e tudo que penso parece não estar em sintonia com todo o resto. Escrevendo (ou escrevinhando) costumo pensar em tanto que não sei como tirar da cabeça, ainda discordo de tudo e tento parecer o que não sou, não costumo respeitar as regras ortográficas e as formas dos textos... nunca gosto do que escrevo talvez porque, na maioria das vezes, o que sai é um desabafo, é aquilo que estava dentro de mim que doia demais pra continuar onde estava. Por isso não dá pra ser bem digerido por quem lê, nem as vezes por mim mesmo quando releio. Não costuma ter inicio, meio e fim, mas funciona se o propósito é desabafar. Acho que isso explica os "Três pontinhos".

d-.-b

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